Paulo Diniz - Quero Voltar Pra’ Bahia (Odeon) 1970 versão mono
Em 1970 quando o compacto Quero Voltar Pra’ Bahia foi lançado pela Odeon a gravadora e nem o Paulo Diniz imaginaram o sucesso que ele iria fazer. E nesse embalo a gravadora providenciou a gravação e o lançamento do álbum, que foi lançado em duas versões, uma Mono e uma Estereo com diferenças no repertório e no número de faixas. Na versão Mono temos 13 faixas, já na versão estéreo temos 12 faixas e com a música Ninfa Mulata no lugar da Ganga Zumba e sem a faixa Malandro É São Benedito, reza a lenda que essas faixas foram censuradas, mas não há nada que confirme essa informação. Na década de 70 a Odeon lançou essa versão em estéreo por duas vezes, uma com aquele rótulo dourado clássico da Odeon, e outra com uma capa diferente já no final da década. A música e o álbum Quero Voltar Pra’ Bahia fez tanto sucesso na américa latina se estendendo até o méxico, com vários artistas gravando e fazendo versões em espanhol da música, A Odeon junto com a EMI que tinha uma mercado internacional resolve lançar o disco para o mercado latino. O primeiro lançamento foi feito pela EMI/Odeon na Venezuela em 1970 com o título Piri-Piri Y Otros Exitos, com uma capa diferente da versão brasileira e com o repertório do álbum mono brasileiro.O segundo foi feito na argentina via selo Parlophone em 1971 com o título Quiero Volver A Bahia mantendo a capa original mudando alguns detalhes e com o repertório do álbum estéreo brasileiro. Já o terceiro lançamento foi feito em parceria com a gravadora Espanhola Belter que iria colocar o disco no México e na Espanha, eles mantiveram a capa original e o repertório é o mesmo do lançamento mono brasileiro. Sem sombras de dúvida esse álbum foi o maior sucesso comercial do Paulo Diniz depois da música O Chorão lançada ainda no auge da Jovem Guarda. Mesmo com todo esse sucesso ele ficou por anos fora de catálogo sendo relançado em cd somente na década de 2000 pela EMI.
Versão lançada pela EMI/Odeon na Venezuela em 1970
Versão lançada na Argentina em 1971 pela Parlophone
Versão Brasileira em estéreo lançada em 1970 com alterações nas faixas
Outras versões em estéreo lançadas no brasil na década de 1970 com rótulos e capas diferentes





















